segunda-feira, 21 de setembro de 2009

86ª - O Asno e a Estátua



Laborare est orare
Trabalhar é orar

Bom início de semana amigos... A fábula de hoje toca nas vezes em que assumimos uma postura empafiosa¹ por estar na desenvoltura de um trabalho ou encargo de responsabilidade. E quando deixamos este sentimento embotar² nossa postura devida? Não que devamos esconder a satisfação, mas sim, manter a coerência sobre sermos confiáveis, sem cairmos na presunção.

¹ s.f. orgulho vão, arrogância, insolência.

² v. t.d. e pron. fig. tirar ou perder o vigor; enfraquecer(-se) .

86ª – O Asno e a Estátua

Um Asno carregava certa vez pelas ruas da cidade uma famosa estátua de madeira, para ser colocado em um de seus Templos. A multidão quando ele passava ao longo do caminho, se prostrava humildemente, diante da Imagem. O Asno, pensando que eles baixavam suas cabeças em sinal de respeito para com ele, estufou o peito com orgulho e com afetação, recusou-se a andar. O montador, vendo-o parado, pôs-se a chicoteá-lo no costado dizendo: "Oh cabeça entorpecida e perversa! Ainda não é chegada a hora em que os homens renderão adoração a um Asno".

Moral:

"Não são sábios os que tomam para si o crédito devido aos outros".



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