quarta-feira, 1 de julho de 2009

XVII - O Lenhador e a Serpente

Male facere qui vult, nunquam non causam invenit.
Quem faz o mal, não lhe falta pretexto.


Olá amigos! Na fábula VI,O HOMEM E A SERPENTE, lidávamos com a dor da perda e o perdão,assuntos que não se coadunam. Com a mesma SERPENTE, hoje veremos a ingratidão, bem presente em nossas vidas cotidianas. BOA LEITURA. Um abraço e até amanhã.

XVII - O Lenhador e a Serpente

Um dia hibernal quando um lenhador estava saindo casa para o seu trabalho viu algo preto deitado na neve. Quando chegou mais perto viu ser uma Serpente, como morta. Mas a apanhou e a pôs no seu peito para aquecê-la, enquanto retornava apressadamente à casa. Assim que pudesse a deitaria sobre o forno, em lugar aquecido. As crianças da casa assistiram isto e viram o ser inanimado ressuscitar lentamente. Então uma delas se inclinou para golpeá-la, mas a Serpente de pronto ergueu sua cabeça e mostrou as presas, estando a ponto de picá-la. O Lenhador agarrou o seu machado e com um golpe certeiro cortou a Serpente em duas. " Ah... " disse ele,

"Nenhuma gratidão vem da malvadeza ".

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