sexta-feira, 10 de julho de 2009

XXV - O Cervo e o Caçador

Ne quid nimis.
Toda sobra é demasia.



Olá gente amiga! Bem-vindos ao nosso espaço virtual, onde as leituras e visões sobre fábulas, podem ser absorvidas. Tenho observado ser este um ótimo exercício existencial. Hoje veremos como pode ser fatal dedicarmos atenção e honras, apenas ao estético. Mais uma vez Esopo nos mostra esta faceta oersonalística e suas conseqüências. Amanhã voltaremos...Saudações.


XXV - O Cervo e o Caçador


Certa vez um Cervo estava bebendo água em uma poça, admirando sua figura nobre que ostentava no reflexo das águas. - “Ah,” disse ele,” onde se poderiam ver tais chifres, nobres como estes? Com tais chifres eu desejaria ter pernas mais fortes para agüentar tamanha coroa; É uma pena elas serem tão esbeltas e leves”. Naquele instante se aproximou um Caçador e lançou uma seta que assobiou perto. Saltando longe agilmente com a ajuda de suas pernas esguias, ficou fora da vista do Caçador; mas não notando aonde ia, ele passou por debaixo de algumas árvores com galhos baixos, nos quais os seus chifres ficaram presos, de forma que o Caçador teve tempo para surgir. “Ai! Ai!” chorou o Cervo:


"Sempre menosprezamos o que nos é muito útil", e na recíproca,

"Sempre superestimamos o que nos é fútil".

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